Claudia: Não entendi quase nada da história que você me contou. Um tipo como o que você descreveu, que não ama a ninguém, não causa tanta pena sabe? No fundo a culpa é dele. O que ele espera dos outros?
Guido Acha que eu não sei disso? Você também é bem chatinha!
C: Ahhhh, então você não aguenta críticas não é? Está tão engraçado com essa chapelão e maquiagem de velho!
Eu não entendo, ele encontra a garota que pode lhe devolver a vida e a rejeita!
G: Porque não acredita mais.
C: Porque não sabe amar.
G: Porque a mulher não pode mudar o homem.
C: Porque não sabe amar
G: E sobretudo porque não quero outra história mentirosa
C: Porque não sabe amar.
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Cena Favorita
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Usar Bem
Quando conheço alguma pessoa interessante nova começo a observar, talvez ela consiga ver a vida com uma perspectiva que eu não conheça, mas convivendo com ela eu possa conhecer, talvez ela seja movida por forças que eu não entenda, mas falando com ela eu possa entender, talvez a psique dela tenha algum funcionamento que até então eu não compreendia, ou quem sabe ela conheça algum filme, livro, música, símbolo ou doutrina que eu possa agregar aos meus conhecimentos. Se trata sim, de relação pessoal desinteressada, mas, no meu caso, se trata também de usar as pessoas para ampliar a minha consciência.
PS:E dane-se quem não gosta de ser analisado, ou quem fica com neurinha do tipo: ahhh, vc roubou minhas bandas favoritas.
PS:E dane-se quem não gosta de ser analisado, ou quem fica com neurinha do tipo: ahhh, vc roubou minhas bandas favoritas.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Cinema e Relacionamento

Pra cada filme bom que não nos encanta existe uma limitação de alma, talvez alguma anestesia ou uma região subjetiva fora do nosso raio de consciência. Noto que 90% das pessoas interessantes que conheci na vida tinham algo cinéfilas, uma pessoa que não tem sensibilidade pro cinema dificilmente terá sensibilidade pros aspectos mais mágicos da vida, inclusive os de uma relação social ou afetiva, por isso não acredito que a minha tendência a priorizar relações com pessoas que gostam de bons filmes seja infundada.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Do Romance Possível.
Me veio um pensamento, que os casais das comédias românticas são mais muito mais próximos da realidade de um caso bem sucedido do que os casais dos romances mais sérios. Os casais das comédias tem aquela leveza que torna a coisa possível, enquanto os outros tem algo de tenso que numa relação real traria muito desgaste. Talvez seja essa graça dos romances mais pretensiosos, ver na tela a representação da beleza de um peso que não seríamos capazes de suportar em nossas vidas próprias afetivas.
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